Atendendo ofícios que me foram endereçados pelo presidente do Sindicato Rural de Ribeirão Preto , Joaquim Augusto S. S. Azevedo Souza; pelo vereador Gilberto Abreu e demais vereadores de Ribeirão Preto e por Genésio Abadio de Paula e Silva (presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural) apresentei, na Assembléia Legislativa, indicação ao governador Geraldo Alckmin sugerindo a utilização de resíduos sólidos da construção civil na conservação e perenização das estradas rurais do município. Reforçando minha propositura, ainda enviei ofícios ao próprio governador e a Petrônio Pereira Lima, presidente da CODASP, insistindo no sentido dessa prática ser adotada nas estradas rurais de Ribeirão Preto.
Na justificativa a essa indicação, eu lembrei que o município de Ribeirão Preto gera cerca de 1200 toneladas/dia de resíduos provenientes da construção civil, sendo uma boa parte reciclada e ficando ainda acumulados grandes volumes sem uma destinação adequada. Esse grande volume de resíduos sólidos da construção civil pode, perfeitamente, ser utilizado na conservação e perenização das estradas rurais do município trazendo-lhe indiscutíveis benefícios ambientais e econômicos.
Levando-se em consideração as restrições orçamentárias do município de Ribeirão Preto – o que acarreta na imediata e imprescindível cooperação dos diferentes níveis de governo – não tenho duvidas quanto à necessidade de autorização por parte do Estado para a utilização dos resíduos sólidos da construção civil na conservação e perenização das estradas rurais do município, certamente beneficiando um contingente populacional significativo, garantindo-lhes não só bem estar como, também, acesso ao desenvolvimento das funções socioeconômicas do Município.
Tenho confiança na oportunidade e na viabilidade dessa minha indicação até mesmo pelo fato dela ser originada de lideranças realmente representativas da comunidade ribeirãopretana.